O Marketing Digital para escritórios brasileiros opera dentro de uma régua que poucos profissionais de fora do jurídico entendem com profundidade. O Provimento 205/2021 da OAB, somado ao Código de Ética, estabelece o que pode e o que não pode. A boa notícia: dentro desse perímetro, há muito espaço.
O que pode
- Conteúdo informativo, técnico e doutrinário em qualquer canal.
- SEO orgânico para temas em que o escritório atua.
- Marketing de relacionamento (newsletter, eventos próprios, podcasts).
- Identificação clara da banca e dos seus advogados em todos os ativos.
O que não pode
- Mercantilização da advocacia (preços, promoções, “ofertas”).
- Captação direta de clientes via Ads para casos específicos.
- Comparação direta com concorrentes nominados.
- Garantia de resultado.
Dentro desse perímetro, o jogo é construir autoridade. Quem domina o conteúdo de um nicho técnico vira referência. E referência converte sem precisar pedir.

